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Pesquisa detalha lesões craniofaciais em mortes causadas por arma de fogo Destaque

Pesquisa detalha lesões craniofaciais em mortes causadas por arma de fogo
Feito nas cinco regiões do país, estudo contribui para o delineamento de modelo computacional para elaboração de laudos periciais

ana rossi 1No Brasil, a maior parte das mortes causadas por projéteis de arma de fogo está relacionada a homicídios, com vítimas majoritariamente do sexo masculino, de pardos e jovens. É o que mostra tese de doutorado da perita odontolegista Talita Lima de Castro Espicalsky, do Instituto Médico Legal (IML) de Porto Velho, Rondônia. A pesquisa foi realizada com apoio da Capes junto ao Departamento de Morfologia, na área de anatomia, da Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP) da Unicamp, orientada pela professora Ana Cláudia Rossi. O trabalho contou com a participação dos pesquisadores Alexandre Rodrigues Freire, Eduardo Daruge Júnior e Felippe Bevilacqua Prado, do Laboratório de Mecanobiologia da FOP.

O estudo teve como foco as lesões craniofaciais provocadas por projéteis de arma de fogo e baseou-se em informações colhidas em arquivos tanatoscópicos de cinco Institutos de Medicina Legal (IMLs) de cada uma das regiões geopolíticas do país: Norte - Porto Velho, RN; Nordeste - João Pessoa, PB; Sudeste -Vitória, ES; Sul - Porto Alegre, RS; e Centro-Oeste - Brasília, DF. A partir da análise de 5.942 laudos de necropsia, produzidos no período de 01 de janeiro a 30 junho de 2015 nesses IMLs, foram registradas 1.656 mortes por arma de fogo (27.9%). Desses, foram selecionados 868, que mencionavam pelo menos uma lesão em regiões craniofaciais, que serviram de base para a pesquisa.

Acessar matéria completa no Portal da Unicamp

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