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Servidores da FOP concluem curso de multiplicadores em processo de humanização Destaque

Da esquerda para direita: Daniele Junqueira Rafael, Profa. Dra. Néri de Barros Almeida, Profa. Dra. Adriana de Jesus Soares e Patricia Aparecida Tomaz Da esquerda para direita: Daniele Junqueira Rafael, Profa. Dra. Néri de Barros Almeida, Profa. Dra. Adriana de Jesus Soares e Patricia Aparecida Tomaz

ff02abfb 7114 4b98 9c29 ea51e303b9de A professora da área de Endodontia, Adriana de Jesus Soares, e Patricia Aparecida Tomaz, do departamento de Morfologia, da Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP) da Unicamp, concluíram o curso de “Formação de servidores em práticas inclusivas na Universidade”. A proposta é uma iniciativa da Diretoria Executiva de Direitos Humanos/DeDHe da Escola de Educação Corporativa/Educorp. O curso destinou-se aos alunos concluintes do Curso “O papel do servidor e as práticas de direitos humanos na Unicamp”.

O curso teve por objetivo fornecer conhecimento teórico e aplicado aos participantes, de modo a que possam atuar como multiplicadores, estruturando e oferecendo cursos contínuos aos servidores da Universidade que atuam diretamente no atendimento ao público ou são responsáveis por essas ações nas unidades e órgãos.

Em um universo de 44 servidores participantes do curso, a professora Adriana Soares foi a única docente a participar do curso. Ela defende a necessidade de maior envolvimento dos servidores no tema com o intuito de atuarem em consonância com os princípios do respeito, tolerância, rejeição da violência, generosidade, diálogo, sustentabilidade e na solidariedade a esses princípios,  sendo agentes promotores das estratégias da Universidade.  Entre as temáticas a serem abordadas nas unidades, destaca-se:Direitos Humanos e Comunicação não violenta, Acessibilidade, Racismo, Gênero, Saúde mental e Assédio moral

Patricia Tomaz falou da importância em conhecer a “Declaração Universal dos Direitos Humanos”. “Foi uma experiência muito boa. O curso abordou temas como Percepção do “outro” e sensibilização para as diferenças; diversidade na Universidade; violência social e simbólica; violência interpessoal e institucional; inclusão social e diversidade; racismo e preconceito étnico-racial; Preconceito e assédio e violência sexual e de gênero e Comunicação não violenta. Foi uma oportunidade de entender o assunto sem rotulá-lo, além de ser enriquecedora a convivência com os demais participantes”. A UNICAMP tem realizado estudos por meio de diversos Projetos e Grupos de Trabalho visando a promoção da igualdade, diversidade e equidade: Gênero e Violência Sexual, Indígenas, Racismo e Integração de Pessoas com Deficiência. Menciona ainda que a UNICAMP, em 2017, aderiu ao Pacto Universitário pela Promoção do Respeito à Diversidade, Cultura da Paz e Direitos Humanos, lançado em 2016 pelos Ministérios da Educação e Ministério da Justiça e que também em 2017 a UNICAMP assinou a Cátedra Sérgio Vieira de Mello, criada em 2003 pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR).

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