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No caminho certo

Cepae completa 25 anos com capacitação profissional diferenciada e excelência no atendimento interdisciplinar


Em agosto de 1993, o professor da área de Psicologia Aplicada, da Faculdade de Odontologia de Piracicaba FOP - Unicamp, Antônio Bento Alves de Moraes, já aposentado, deu início à implantação do Centro de Pesquisa e Atendimento Odontológico para Pacientes Especiais (Cepae), objetivando aliar odontologia e psicologia, pesquisa e serviço. Em janeiro de 1994, ingressou na equipe, a professora Rosana de Fátima Possobon, passando posteriormente a responder pela coordenação da área. A professora Luciane Miranda Guerra ingressou na área em 2015. A funcionária Sirlei Marina Silva Ferezini é responsável pela secretaria.

Para comemorar os 25 anos de atuação, foi preparado um Mural que mostra fotografias de diversos profissionais que já passaram pelo Cepae.

 O Cepae começou seus atendimentos em um box cedido pela Clínica de Especialização, atendendo em três ou quatro períodos na semana, com uma equipe formada por 6 pessoas. Atualmente, o Cepae conta com uma infraestrutura especialmente preparada para atender crianças de 0 a 5 anos de idade, com equipamentos odontológicos de tamanho reduzido, sala de espera com televisão e diversos brinquedos. Na semana, chegam a realizar 200 atendimentos, feitos pelos alunos do Curso de Especialização “Atendimento Interdisciplinar Preventivo na Primeira Infância”. Este curso é gratuito, sendo que em dezembro terá início a terceira turma.

“Ao longo desses 25 anos, comemorados agora em agosto, muitos profissionais passaram pela equipe e participaram desse programa de capacitação interdisciplinar. Nosso foco, em relação à capacitação de pessoal, era a integração entre a odontologia e a psicologia. A partir do momento que nos deparamos com as dificuldades que a própria clientela apresentava, sentimos a necessidade de inserir profissionais de outras áreas à equipe, como fonoaudiologia, nutrição e enfermagem. Assim, o Cepae foi crescendo, com cada área contribuindo para a formação interdisciplinar que hoje temos no Cepae”, avalia Possobon.

Formação diferenciada

Os atendimentos são realizados sempre em conjunto entre 2 ou mais áreas. Isso faz com que os alunos aprendam a atuar de forma preventiva enquanto adquirem conhecimento das outras áreas, o que contribui para a formação de um profissional mais completo, que será diferenciado no mercado de trabalho.

De acordo com Rosana, hoje, o mercado exige, por exemplo, que o cirurgião-dentista não entenda somente de boca, mas que possa olhar o paciente de uma forma mais integral. Como exemplo, cita que esse profissional precisa ter noções da parte nutricional do paciente. “Se houver alguma necessidade, poderá orientar o paciente a procurar ajuda especializada. Se eu quero um paciente com saúde bucal, também preciso que ele tenha saúde geral, e a nutrição é uma parte importante. Esse critério também se aplica a fonoaudiologia e outras áreas da saúde”, explica.

Essa integração é muito rica para o profissional que passa pelo Cepae e se capacita. A maioria dos alunos acaba ficando mais do que um ano no Cepae. “Um ano é muito pouco para aprender toda a gama de conhecimento que é produzida aqui”, relata.

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